Política Anti plagio
Não tudo o que é tecnicamente possível é eticamente válido, versa esta premissa da qual parte o Corpo Editorial da Revista DeporVida ao conceber à publicação com uma revisão crítica.
No entorno acadêmico é necessário forjar critérios éticos nos autores das publicações, como parâmetro para a qualidade informativa; imprescindível na comunicação com os públicos. Por conseguinte, as pessoas autoras assegurarão que os dados e resultados expostos no trabalho são originais e não foram copiados, inventados, distorcidos ou manipulados. Assim, DeporVida insiste em que para o processo de avaliação se vigie a originalidade dos trabalhos e se detestem o plágio e as publicações redundantes, assim como os dados falsificados ou manipulados. As faltas graves de ética se consideram fraudes científicas.
A propósito, o Corpo Editorial desta revista se reserva o direito de desautorizar aqueles trabalhos já publicados dos que posteriormente se determine sua falta de fiabilidade, como resultado tanto de enganos involuntários como de fraudes ou más práticas científicas: fabricação, manipulação ou cópia de dados, plágio de textos e publicação redundante ou duplicada, omissão de referências às fontes consultadas, utilização de conteúdos sem permissão ou sem justificação, entre outros. O objetivo que guia a desautorização é corrigir a produção científica já publicada, para assegurar sua integridade.
Para detectar o plágio, DeporVida possui o Detector de plágio e anti plagio para estudantes e professores. Copyscape e Turnitin alternativo.
Turnitin é um serviço de prevenção de plágio em internet criada por iParadigms, LLC, apresentado pela primeira vez em 1997. O mesmo revisa o documento em procura de contido não original. Os resultados são aplicados para identificar semelhanças a fontes existentes ou na avaliação formativa para ajudar aos estudantes a respeito de como evitar o plágio e melhorar sua escritura.
Sobre os aspectos éticos é necessário fazer um aparte e nos referir a que DeporVida é suspicaz no que corresponde à ética profissional nas publicações científicas, pois o plágio e outras categorias de comportamento pouco ético nestes categorias de trabalhos, assim como um engano voluntário ou não, relacionado com o plágio, ou o descuido no processo de revisão dos contribuições dos autores e autoras, levarão-na a final.
A falsificação de dados, cópia de ideias de outros sem sua permissão ou reconhecimento de créditos, incluir dados impertinentes ou contradizerem as conclusões da investigação, acomodar as conclusões à debilidade dos dados de prova ou trocar a metodologia, o desenho ou resultados de investigação para responder a exigências de fontes de financiamento ou de outras, são aspectos éticos que terá sempre que observar no processo de avaliação de um artigo.
Não obstante, neste sentido contam duas perspectivas distintas, mas que devem cuidar-se por igual. Uma, é o comportamento do autor que sabe ser imperativo velar porque se apliquem os princípios morais que regem a ciência. Outra, é a minuciosidade, rigorosidade e perícia que aplica o Corpo Editorial na revisão de quão manuscritos chegam como propostas de publicação. Ambos mantêm uma relação de equivalência.
Como enganos de comportamento esta Revista científica especializada em Ciências da Cultura Física e do Esporte considera os seguintes:
A falsificação ou fabricação de dados: ou seja, dados alterados, manipulados ou simplesmente ideados para cumprir o propósito do autor.
O plágio consiste no uso de ideias ou dados alheios, como se tivessem sido produzidos pelo autor do artigo ou quando abundantes de texto se tomam sem dar o crédito correspondente. Também, quando estes reutilizam fragmentos de textos produzidos por eles mesmos (maiores que 250 palavras, por exemplo) e armam um novo artigo, ao que se dá o nome de auto plágio e é ilícito, além de que põe em dúvida a qualidade do autor. O plágio e o auto plágio são considerados infrações ao direito autoral e presidiários pela lei, segundo os diferentes níveis de gravidade.
Da perspetiva do autor, considerar a boa prática de guardar por um tempo razoável seus rascunhos para demonstrar, em caso necessário, que o artigo foi construído por eles. Igualmente, sugere-se arquivar por um tempo prudencial os dados originais da investigação, como prova de quem os gerou.
Publicações redundantes ou duplicadas: simplesmente o que alguns autores realizam, sem mediar responsabilidade alguma por sua parte, ao tomar um artigo e enviá-lo simultaneamente a várias revistas. Mas, converte-se em uma falta ainda major se obtiverem que dois ou mais revista publiquem o mesmo artigo, o qual será sozinho seu engano, pois unicamente eles saberão a quais revistas enviaram seu manuscrito. As publicações redundantes são sancionados por editores, e a sua vez, a revista adverte que não aceita os artigos se não serem originais.
- Os editores comprovam quando um artigo foi duplicado e qual dos dois se publicou primeiro, por meio da data de aceitação que põe a revista ao publicá-lo. Os autores serão conscientes desta falta e a registrarão dentro de suas normas de conduta para evitá-la.
DeporVida exige aos autores a assinatura de uma carta de originalidade, que é o compromisso que garante que eles não enviaram o artigo a outras publicações simultaneamente. Do ponto de vista da revista, esta é uma forma saudável para adverti-los e acautelá-los; entretanto, o essencial é que tome consciência para que esta má prática não aconteça.
Manipulação de imagens digitais: este engano se refere a modificações na origem das imagens, como trocar o brilho, obscurecer algumas parte, tirar partes da imagem original, recortá-la ou trocar de lugar seus componentes. Qualquer modificação deste tipo em uma imagem que se mostra no artigo como prova do exposto, expor uma variação nos dados da investigação, por meio do qual se reconhece que uma imagem incluída em um artigo não é uma simples ilustração ou um apêndice à informação exposta nele, mas sim constitui parte essencial dos dados que se apresentam como prova.
Em todos os casos, o autor referirá a autorização devida e o editor estará facultado à comprovação da originalidade e das permissões de uso da imagem quando tiver dúvida a respeito.
Uso de materiais sem autorização: referido ao emprego indevido ou sem autorização de correios eletrônicos, ou correspondência com outras pessoas, assim como o resultado de entrevistas ou qualquer categoria de comunicações. Esta é uma má prática que se volta comum em alguns coletivos. Nestes casos, as pessoas autoras contarão com a aprovação assinada pelo investigador, docente ou funcionário, que deu origem aos dados e os manterão em custódia em caso de que o editor os solicite. Imprescindível é de igual maneira o consentimento informado das pessoas que participaram da investigação, quando fica em risco sua intimidade durante a investigação.
Substituição de outros autores: isto quer dizer que um autor nunca estará autorizado a que exclua a outro sem seu consentimento, ou em seu lugar, à variação do conteúdo do texto sem a autorização de outros.
Conflito de interesses: problema delicado quando as investigações são financiadas por corporações ou assinaturas, que estabelecem limitações ou restrições a seus autores. Também existem limitações de índole pessoal ou profissional, explícitas ou ocultas, atuais ou prévias. Em consequência, existe conflito de interesses quando alguma decisão previamente tomada, interfere no processo de publicação, revisão ou apresentação do manuscrito. Nestes casos, os autores advertirão a editor para que a revista tenha claridade dessas limitações e dita se aceitarem ou não tais restrições.









